ae gente, n sei se alg ainda acompanha ess blog aki,
mas tem um site dahora q fala d ceará, fala um mont d coisa so folclore d lá e tals, qm kiseh da uma olhada ta aki
http://www.topgyn.com.br/conso01/ceara/conso01a08.php
falo
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falo
O carro adentrou o recinto com toda a violência que um Gurgel poderia ter, ou seja, mal abriu as portas que estavam destrancadas. Três tiros bastaram para deitar três seguranças e colocar o resto para correr. Todos pularam assustados para fora da pista, mas no centro Isaac avistou um vestido vermelho. E Ivanovich estava lá abraçado com Cintia. Ambos olhavam assustados e sem reação para o recém aparecido Gurgel. Isaac não desacelerou. Pensou que Cintia iria sair da frente. Não saiu. Ele freou o carro e virou o volante para a direita desviando de Cintia. Quando o carro estava quase parando ele pulou do carro já sacando uma arma. E mirou em Ivanovich. Mas havia um problema, Ivanovich já estava apontado uma arma para Isaac. Ele rolou no chão e desviou do tiro que estava destinado a seu peito.
Guarneceu-se atrás de seu Gurgel e disparava em direção a seu adversário que revidava enquanto pegava uma arma de um segurança morto ao chão. Havia um espaço de mais ou menos cinco metros entre eles e Cintia ao meio tentando fugir dali, porém não conseguindo. Um jato vermelho ao ar. Sangue de Ivanovich, que fora atingido no ombro. Ele não deixou barato. Deixou de mirar em Isaac e mirou no tanque de gasolina do Gurgel. Foi necessário um único tiro. O carro explodiu jogando Isaac para o alto que caiu inerte ao fundo do salão. Parecia que estava tudo certo agora. Não, não estava. Duas colunas do prédio caíram com a explosão. Isso abalou a estrutura do prédio do qual parte do teto caiu. Uma viga caiu do teto e se fincou no abdômen de Cinti. Ivanovich se arrastou em direção a ela. Ele a segurou em seus braços e viu o vestido daquela garota que ele conhecera aquela noite ficar mais escarlate do que já se mostrava. Aquela cena, ela morrendo em seus braços, a dor lancinante em seu ombro que o fazia sentir vivo, mesmo com a morte iminente com a perda de sangue. Ele abraçava Cintia e a tristeza da morte o abraçava. Ela virou e disse a ele:
- Está tão frio aqui. Me segure querido, apenas por mais algum tempo.
E assim ele o fez. A abraçou com mais força enquanto sentia suas forças e a vida dela se esvaindo com o sangue que manchava o chão. O caos reinava lá fora e lá dentro. O fogo crepitando perto do Gurgel, o teto que ainda ruía. E eles não ouviam nada. Ele não sabia se as lagrimas que caiam de seus olhos eram de dor ou de tristeza. Com certeza era de ambos.
Quando o ultimo suspiro saiu do peito de Cintia, Ivanovich achou o amor que ele achou que não existia e que ele sabia que tinha acabado de perder.
Nem teve a reação de soltar o corpo dela. Desmaiou sem vida ainda abraçado com ela ao mesmo tempo que o teto terminava de desabar para que o fogo englobasse os destroços ainda aquela noite.
Após Isaac apanhar dos seguranças (não tanto quanto o ultimo capitulo diz, pois foi meio exagerado) Isaac fora jogado em qualquer canto ali perto. Não se atreveria a entrar na festa como já havia feito. Os seguranças voltaram logo para a festa para ficar de olho em Ivanovich novamente. Antes de qualquer coisa interromperam-no de novo enquanto a as coisas começavam a esquentar com a garota que estava com ele para que lhe dar uma arma para que ele pudesse se proteger caso eles estivessem longe.
Isaac, do lado de fora, estava acordando. Passaram mais ou menos quarenta minutos até que isso ocorresse após sua surra e perda de consciência. Levantava atordoado e dolorido. Ainda tentava lembrar o que acontecera e onde estava. Quando se situou e se lembrou ele levantou-se e foi até seu carro. Sua blusa estava toda ensangüentada. Entrara em seu carro e estava remoendo o ódio. Tanto pelo cara que estava agarrando Cintia lá dentro, tanto por ele ter diso espancando e nem ter conseguido fazer nada. Mas o maior ódio era pelo primeiro motivo. Não ligava muito de apanhar, vivia apanhando na escola. E ainda disseram que ele poderia ficar com seqüelas pela infância traumática, logo mostrava que todos estavam errados e que ele era uma pessoa normal.
Não sabia o que fazer, pois sabia que se entrasse lá novamente ele acabaria levando uma surra ou um tiro. Mas tinha que tirar Cintia de lá. E ter sua vingança contra aquele homem que lá estava e que mandara seus seguranças o espancar. Ligara seu carro e fora fazer uma visita a seu antigo colega de faculdade da antiga escola que morava ali perto. Meia hora depois estava de volta a porta da festa em seu Gurgel com alguns curativos para estancar o sangue. Tinha duas pistolas em seu cinto e uma em mãos. Fora os cartuchos espalhados por seus bolsos.
Ainda não sabia como entrar na festa. Queria entrar logo para pegar Ivanovich. Não queria ferir muitas pessoas. Mas uma ou outra acabaria sucumbindo em seu caminho, fazer o que.
A solução lhe veio facilmente. Usaria toda a robustez e força de seu gurgel feito em fibra de vidro e plástico (ao menos não enferrujava).
Foi até o final da rua, virou o carro e acelerou como um louco chegando ao máximo de velocidade de seu carro. Ia em direção a porta de entrada do salão. Seu motor quase explodia de tanta força que estava fazendo. Estava a 90 Km/h. Quase voava. O carro iria mais rápido se não estivesse com o tanque cheio. O combustível pesava mais que seu carro. Os funcionários na porta pularam gritando da frente do carro quando o avistaram vindo em sua direção. Agora era só entrar e achar Ivanovich e matá-lo, ou atropelando-o ou acertando um tiro direto em seu peito. E após isso era apenas pegar Cintia. Iria resgatar sua donzela da fortaleza do dragão.
Mesmo aquele grito dado por Issac ser ouvido por poucos alguns seguranças de Ivanovich ,que estavam atentos a tudo ao redor mesmo com aquela bagunça que havia se transformado a festa, perceberam a reação de Issac a quando ele estava pronto a correr na direção dos dois e bater em Ivanovich os seguranças conseguiram seguralo.Quando finalmente foi dominado pelos seguranças de Ivanovich levou uma coronhada na cabeça de um deles e foi levado para fora de festa por eles,como a festa estava uma verdadeira bagunça este tumulto não foi percebido por muitos e foi dechado de lado afinal aquela era a melhor festa que eles ja tinham ido.
Do lado de fora da festa *
Issac desacordado é arrastado por alguns metros até que ele acorda , meio confuso e com a vista embaçada ve três homens grandes tirando o terno ,não entende a cena mais quando ve um deles com um pedaço de pau na mão e o outro com um soco inglês compreende porque eles tinha tirado o terno era para bater nele .E o massacre começa ele apanha muito apanha em dobro por querer bater no Ivanovich e por não ser convidado da festa e estar la como penetra .
Quando eles param um pouco de bater em Issac perguntão para ele seu nome Issac quase inconciente abre sua boca toda ensanguentada e dis seu nome logo apos isso apaga completamente .
Enquanto isso na festa *
Ivanovich e Cíntia conpletamente tomados pelo momento vão para um cantinho mais tranquilo , a coisa começa a esquentar ,esquentar e esquentar quando Ivanovich estava com a mão dentro do lindo vestido vermelho e curto de Cintia chega um segurança e o chama para converçar .Ele vinge que não ouve e continua a fazer oque estava fazendo mais o segurança ensiste ate que ele muito irritado se levanta e vai conversar com ele .
-Qual é o seu problema ??Não viu oque eu estava vazendo ??-grita Ivanovich
-Me desculpe Sr.Ivanovich eu não o interromperia se não foce extremamente importante .
- Oque pode ser mais importante doque aquela linda mulher ??
- É que agora pouco um penetra ficou louco e queria agredir o senhor é um tal de Issac .
Na hora Ivanovich não entende pois ele não ve motivos para que Issac tenha tentado o agredir ,mas logo depois de pensar um pouco se lembrou doque ele havia falado para o falecido Oswaldo e chegou a conclusão que mesmo ele no trabalho sendo uma otima pessoa ele poderia ser perigoso.
Cintia ve que Ivanovich esta demorando muito e vai tentar escutar a conversa dele não por maldade mais por curiosidade , ela não escuta muito mais oque ela escuta é o suficiente para saber oque esta acontecendo e oque havia acontecido com Issac.
Ivanovich estava sendo parabenizado como se o aniversário em questão fosse dele e não da empresa que agora ele comandava, a Zenith. Isso o distraiu da festa em si por ao menos uma hora e meia. Após conseguir se livrar destes puxa-sacos ele foi dançar junto com os funcionários, afinal ele queria se divertir. Esta hora ele e todos os outros já estavam com seus ternos apoiados em alguma cadeira perdida por ai e com as gravatas soltas e camisas para fora de suas calças. Muitos já estavam um tanto quanto “altos”, pois a festa tinha tudo à vontade. E a bebida estava inclusa neste “à vontade”. Ivanovich que estava sóbrio olhava ao seu redor e via vários de seus funcionários mais sérios, com o efeito do álcool, dançarem desvairadamente ou se pegarem em algum canto ou mesmo no meio da descomunal pista de dança.
Ele dançava, mas estava ali na pista de dança meramente para procurar pela garota de vermelho que ele vira. Nem mesmo sabia o nome desta. Mas queria achá-la e se seu charme e sua beleza escassa não bastassem para conquistá-la seu cargo de chefe e dono da empresa e seu dinheiro bastariam para fazê-la até mesmos e apaixonar por ele, mesmo que por uma mera noite.
Isaac bebia sentado na mesa em que ele escolhera no começo da festa e que não abandonara até o presente instante. Já não estava muito sóbrio, mas estava bem ainda. Continuava a procurar por Cintia. Ela sumira no meio da multidão que dançava. Assim que a encontrasse ele iria a seu encontro.
Cintia, não importava o lugar em que estivesse dançando, sempre tinha bastante gente a sua volta. Vários homens, principalmente. Sabia que todos estavam interessados em seu corpo, ainda mais os bêbados, que mal enxergavam e se interessariam por qualquer uma. Logo ela viu o dono da empresa dançando mais para a borda da pista de dança. Impressionara-se com sua entrada, e sabia que era exatamente isso que ele pretendia: Impressionar a todos. E por ele conseguir isso, que não era fácil, como queria a impressionou mais. Foi dançar com ele, mesmo ele tendo um jeitinho meio nerd de dançar.
Aquela troca de olhares no começo da festa já tinha feito “rolar um clima”. Agora dançando isso aumentou. Até o ponto em que eles se aproximaram e se beijaram. Ninguém notou isso. Todos estavam muito entretidos e continuaram a dançar. Aquela atração puramente carnal fez com que eles se beijassem calorosamente e demoradamente. Uma mão ou outra ia em algum lugar ou outro meio que indevido, mas naquela festa isso já estava normal e estava até que com bastante pudor.
O povo dançando acabou separando um pouco com a troca de musica para uma que não gostavam muito e alguns foram até sentar para descansar esvaziando um pouco a pista. Isso ainda assim não separou o casal Ivanovich e Cintia. Com essa dispersão Isaac pode ver Cintia se atracando com Ivanovich. Isto o enfureceu. Ele levantou-se imediatamente derrubando sua cadeira e correu na direção de Ivanovich com ânsia da morte daquele homem atrevido que beijava seu grande amor. Os ruídos da festa abafaram um pouco o urro de raiva que foi ignorado por Ivanovich e Cintia, mas aqueles que puderam ouvir uns pedaços ouviram basicamente:
- LARGA ELA SEU FILHO DE UMA *UTA!!! VOU TE MATAR!!!
A festa já estava sendo preparada, alias, estavam ao final de sua preparação. Era algo descomunal. Todos os funcionários de uma empresa daquele tamanho foram convidados. A roupa era para ser no minimo esporte chic, ou seja, o mínimo não era nada com classe demais para que poucos fossem, mas já era algo para selecionar e não deixar com que todos os funcionários fossem (já que seria necessário alugar roupas ou tê-las ao menos). Mas mesmo assim todos receberam o convite. Salão gigantesco, espaço amplo tanto dentro do salão quanto no jardim. Pista de dança tão equipada quanto a de uma balada de primeira. Comida a vontade (eis o grande atrativo). Não foi preciso que a direção se preocupasse com a organização da festa (direção que agora só possuía uma pessoa), pois pessoas estavam sendo muito bem pagas para isso. Dinheiro não era problema para a festa, dês de que tudo fosse documentado, como Ivanovich queria. Mas uma permuta ou outra foi feita mesmo assim.
Isaac saia de sua casa usando seu smoking, tão velho smoking. Gostava dele, mas só o usara algumas poucas vezes (em sua maioria eram enterros). Tomara banho, fizera a barba, se arrumara e isso tudo em no máximo meia hora. Era uma pessoa prática. Desceu, pegou seu gurgel que estava parado na rua em frente a sua casa. Nada estragaria sua noite, nem mesmo a pichação em seu carro escrita: “me lave, por favor!” no vidro sujo de poeira do carro (que era uma das partes mais limpas ainda). Ele sabia que Cintia estaria lá, ela era funcionaria da Zenith e isso o animava. Ele ia de penetra.
Cintia. Ela era rica agora, mas ainda assim não comprou um vestido novo. Pegou um velho em seu armário e o vestiu. Caiu muito bem. Era vermelho, mostrava bem suas pernas (que eram bem torneadas) o vestido parava um pouco abaixo de sua coxa. Ela o ganhara para usar em seu antigo trabalho, aquele que ela não comentava com ninguém. Fora o vestido para o fetiche de outro velho rico que era seu cliente que o dera a ela. Chamou um táxi e foi em direção a festa.
Marcelo levou horas pra se arrumar. Demorou mais ainda para achar sua cueca de elefantinhos rosa da sorte. Ia de terno. Pegou seu Fox novo e foi para a festa, mas não sem antes passar para ver se Ivanovich levaria seus seguranças, afinal ele era o chefe da companhia, ia à festa e a festa tinha álcool por todo o lado. Algum funcionário podia surtar.
Ivanovich. Este ia para a festa com sua melhor roupa e dirigindo um shelby cobra que fora de Oswaldo, mas que agora pertencia a ele. Ia escoltado por 5 gran blazers lotadas de seguranças armados. Entraria como um rei na festa e sairia como um Deus, pois aquela festa prometia elevar sua popularidade. Tudo corria bem em sua vida agora. Nada mais poderia dar errado. ficara milionário sem esforço algum e agora era o dono da empresa pela qual ele trabalho dês da época em que cursava a faculdade e era estagiário.
Agora, a todos, restava meramente chegar lá e aproveitar a festa.
Morta. Essa era a notícia. A causa fora notificada por uma variante de gripe suína. Uma bem rara. Quase não era contagiosa. Fora o primeiro caso desta variante, que era mais letal que aquele que se espalhara tão rapidamente. Agora Ivanovich precisava enterrar o corpo de sua recém esposa. Viúvo e multimilionário antes dos trinta anos. A polêmica tentava decidir se isso era bom ou não e não só isso, pensava que era muito estranho Fernanda morrer logo após seu ex-marido ter sido assassinado com três tiros no peito.
Ivanovich, usando as palavras de seu grande ídolo Freddie Mercury, disse à sua empresa: “Show must go on”
Sim, a vida de todos deveria continuar, mesmo com essas mortes tão assustadoras. Ele fez todos os exames, não contraiu o vírus de Fernanda. Era um alivio para a Zenith que não poderia perder mais nenhum de seus diretores. Ivanovich parecera abalado no enterro, mas depois parecia estar conformado com a morte.
A festa de aniversário da empresa transcorreria normalmente também, mas agora sem Fernanda, que dos dois era a mais conservadora, ele poderia fazer uma festa com menos frescuras e a faria em trajes esporte chic. Ainda na mesma data e com os mesmos convidados.
Parecia que Ivanovich, agora viúvo, voltara à situação “meio gay” do principio e rolavam até boatos de terem visto ivanovich sair meio desalinhado de sua sala e ofegante e Marcelo também, mas com um grande sorriso em sua cara (algo que Ivanovich também trazia em suas feições, porém disfarçado mediocremente).
Havia um acontecimento que deveria acontecer antes mesmo da festa de aniversário da Zenith, assim sendo comemorados os dois episódios juntos e declarados a veracidade do mesmo perante todos os funcionários da Zenith, que tinham interesse tanto neste como naquele. O tal acontecimento era o tão esperando casamento de Ivanovich e Fernanda.
Como a festa de 30 anos da empresa que agora era liderada pelos dois aconteceria dois sábados após, casaram-se uma semana antes da festa somente no civil, com comunhão total de bens, como foi desejado por ambos; fizeram o máximo de segredo possível, apenas confirmando a união legal durante a festa a todos os presentes, que mesmo ainda com a memória do ex patrão aplaudiram a notícia, afinal Osvaldo era mesmo um velho rabugento e Fernanda não deveria continuar apegada a ele por muito tempo, posto que era uma bela mulher.
A festa estava apenas no começo, porém Fernanda não se sentia bem, antes mesmo do casamento já estava tossindo muito, com a viagem de lua de mel as dores haviam somente piorado, os olhos amanheciam cada vez mais vermelhos e a garganta parecia sempre inflamada, Ivanovich preocupava-se mas não se afastou em instante algum de sua amada.
Enquanto isso Cintia teimava com Issac afim de que este a leva-se a festa, ela tinha juntado algum dinheiro e comprou um lindo vestido de gala, um dos melhores da cidade, diga-se de passagem, e como toda mulher vaidosa o intuito dela em ir a esta festa não era apenas exibir-se a todos com seu lindo vestido, mas principalmente competir com Fernanda e ouvir da boca de muitos, que fariam a maioria: “ Enfim uma mais bonita que a patroa”.
*De volta a Terra
* No carro de Ivanovich e Fernanda
- Amor, olha a Zenith fará 30 anos na semana que vem. O que acha de agente fazer uma festa enorme chamando todos os funcionários? – disse Fernanda
- Olha, não é uma má idéia. A gente chama todos os funcionários de todas as filiais, faz com que eles venham em par e com roupa de gala. Ia ser bom para descontrair o clima.
-É acho uma boa idéia, temos que... – Fernanda começou a tossir e pigarreou, reclamando da garganta – desculpe, temos que preparar tudo para a festa.
* Na porta da Zenith
Isaac estava espantado, chegara hoje mais cedo que todos e como chegara tão cedo, resolvera tomar um café na padaria e comprara o jornal do dia na banca e lera na porta da Zenith. “Por que aquela matéria foi aparecer?”. Estragara a semana dele após ter saído com a Cintia finalmente e agora ele lia:
“Polícia investiga a morte de presidente da Empresa Zenith:”
“Hoje pela manhã, no Instituto Médico Legal foi declarado que a morte de Osvaldo Zenith, o presidente da empresa Zenith, não foi natural como tinha sido declarado antes.
O próprio médico afirmou que recebeu suborno para declarar que o assassinato de Osvaldo. O dono das empresas Zenith fora morto, baleado com três tiros no peito.”
Essa manchete acabara com Isaac logo pela manhã.
Alunos da ETEC Parque da Juventude - Ensino Médio - Segundo C