terça-feira, 3 de novembro de 2009

Terceiro Capitulo - ' É a Vida '

Aquele homem esquisito dentro do carro era Isaac, um jovem, que sempre andava bem vestido, tinha uma aparência normal, e que de primeira vista até chamaria a atenção de alguém na rua, mas só de primeira vista. Quem o conhecia(e eram poucos)diriam que ele era uma pessoa um pouco perturbada, estranha às vezes, mas nem sempre demonstrava isso.
Isaac se distraiu um pouco dentro de seu carro, mas ao olhar para os lados percebeu que a moça não estava mais indo em sua direção. Decepcionado resolveu ligar o carro e ir embora.
Alguns metros à frente, parado em um farol enquanto estava indo para a sua casa, olhou para o lado e avistou a linda moça, que havia visto um pouco antes, dentro de um ônibus que estava parado ao seu lado também aguardando o sinal verde.
Quando o farol abriu, o ônibus em que ela estava virou para a direita, o sentido contrário ao qual Isaac seguia. Ele continuou seu caminho normalmente, até que parou para pensar:
“E se eu nunca mais a visse em sua vida?”, Nunca tinha sentido algo assim, uma magia entre eles. Uma química nunca dantes descoberta naquela troca de olhares, simples e pura atração do amor que suas almas deveriam compartilhar, e sem pestanejar ou pensar duas vezes, virou o carro bruscamente como um louco e foi em direção ao ônibus em que Cintia estava para segui-lo.
Por sorte o ônibus havia parado em um ponto enquanto algumas pessoas entravam. Aproveitando a situação, Isaac ficou bem atrás do ônibus, assim enquanto estivesse seguindo-o poderia ver quando Cintia descesse, e onde descia.
Uma meia hora mais tarde ela desceu em um ponto e andou em direção a uma casa que era logo em frente ao ponto. Enquanto atravessava a rua olhou para os lados para ver se vinha algum carro e viu Isaac dentro do carro.
Nossa! Aquele momento foi exatamente tudo para ele, aquele foi um sinal de amor eterno. Assim ele pensou, já que não tinha muita experiência, nem convivência com mulheres. E a partir daquilo resolveu ficar ali, em frente a porta de sua nova paixão, pensando em mil e uma coisas de um jeito muito estranho, como sempre fazia, enquanto ela não saia de dentro de casa. Apenas planejando como seria o romance de quando se encontrassem.

3° Capítulo - " A noite de Ano Novo "

Cabelos longos e encaracolados, de cor mel. Face de menina com traços delicados e pequenas sardas de cor rosa espalhadas pelas bochechas.
Isabel, tinha um rosto angelical, mas com um corpo de mulher, que invejava muitas outras mulheres. Alta, magra, sem muitas curvas, mas, com seus 34 anos era considerada uma das mulheres mais belas daquela noite de ano novo.
Era disso que Isabel gostava, de esbanjar beleza e principalmente o seu dinheiro, ou melhor, o dinheiro de Eduardo seu marido, que sempre lhe comprava jóias e roupas caríssimas, tudo isso para ela mostrar as suas amigas que seu marido era o mais poderoso. Mas para ela isso não era o bastante, ela queria sempre tudo de Eduardo e não só o que ele lhe dava. Era por essas atitudes que todos sabiam que seu verdadeiro amor não era por Eduardo e sim pelo seu dinheiro.
Naquela noite, ela esperava como sempre ser a mais desejada e bela da festa, porisso, tratou de comprar o vestido mais caro, um vestido dourado com pérolas que combinava, com suas jóias e suas sandálias banhada a ouro. O batom vermelho destacava seu rosto branco, e os cabelos soltos lhe davam um ar de liberdade.
Quando ela chegou, todos pararam para olhar aquela bela mulher, saindo de uma limosine branca, acompanhada de seu marido, não muito feliz por todos aqueles olhares.
- Isabel, você gosta de chamar muita atenção, eu não me sinto bem.
- Você que não sabe apreciar a bela mulher que tem, devia aumentar minha mesada, toda vez qua alguém te invejar por ser casado comigo.
(esperta ela, não?)
Após algum tempo, estava eu dançando, quando Isabel passou por mim com uma de suas amigas e disse:
-Essa festa será uma ótima oportunidade para eu me dar bem, e desta vez é para sempre.
Até hoje eu me questiono, o que será que ela queria dizer com isso?

Segundo Capítulo - É a Vida

Já era manhã, quando Cínthia acordou em uma cama fedida num quarto imundo de uma pensão. Ao seu lado, um velho gordo e barbudo roncava como um porco. Cínthia não sabia como tinha chegado ali, certamente tinha se embriagado para realizar “seus serviços”.
Naquele momento Cínthia só queria uma coisa: jogar uma água no corpo e sair daquele lugar. Ela empurrou o velho para o lado e se levantou para ir ao banheiro, chegando ao banheiro, viu que este era muito pior que o quarto, teve até vontade de vomitar de tanto nojo, mas se segurou. Abriu o chuveiro e como já imaginava a água era pouca e gelada, mas Cínthia não ligou muito para isso, e com a água caindo em eu corpo, começou a pensar em sua situação e com isso chorou silenciosamente, ela sabia que já estava quase no fundo do poço e que não era essa vida que sonhou quando saiu da casa de seus pais, então começou pensar em soluções e viu que sua única saída era se relacionar com um homem rico que a tirasse dessa vida e pagasse suas contas, pois conhecia mulheres que fizeram isso e se deram bem. Cínthia saiu do banheiro, decidida a levar essa idéia a sério. Viu a carteira do velho no chão e abaixou para pegá-la, abriu e viu que só tinha vinte reais, ficou brava e xingou baixo o velho que ainda roncava e que nem se mexeu com os xingamentos, certamente a noite devia ter sido boa, para ele. Saiu da pensão com um pequeno sorriso e seguiu pela calçada em direção ao ponto de ônibus. Enquanto caminhava, viu que um homem estranho do outro lado da rua a observava, no primeiro momento ficou com um pouco de medo, mas depois viu que era um homem bem vestido e lhe surgiu a idéia de que este poderia ser o homem rico que estava imaginando, então começou a ficar mais interessada no rapaz e a olhar fixamente para ele, logo percebeu que este era feio, mas se tivesse dinheiro isso não seria problema. Cínthia deu uma piscadela para o rapaz que retribuiu com um sorriso e fez um gesto indicando para que Cínthia o seguisse. O rapaz começou a andar em direção a um velho Gurgel, que estava estacionado na frente de uma árvore, Cínthia ficou então observando para ver o que ele queria fazer e então o rapaz entrou no velho Gurgel e acenou de novo para Cínthia que fez uma cara de decepcionada com acena, pois viu que o rapaz não deveria ser rico, pois era dono de um carro velho. Cínthia viu que seu ônibus estava vindo e deu sinal para o ônibus parar e então entrou no ônibus que seguiu para sua casa, deixando o pobre rapaz dentro do carro a procurando.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

trabalho de biologia

ola meninos, não encontrei os resumos dos trabalhos sobre fungos e algas.

nao se esqueçam de postar para continuarmos a discussão...

mariana

2° capitulo- 'a noite do ano novo'

A cada dia que passa me sinto melhor por poder estar de longe, a vista dessa bela paisagem, contar essa historia que a mim me traz lembranças que as deixei de onde vim.
Carolina possuía um amigo, na qual era muito íntimo, eram poucas as vezes que não os via juntos, com exceção das vezes em que ela estava ganhando a vida.
Não sei definir ao certo que tipo de pessoa era Erick, poderia dizer que era um tanto quanto estranho, apesar de seu carisma e simpatia ele escondia algo, tinha um mistério em seus olhos. Aqueles olhos azuis, em que sempre desconfiei que fossem lentes de contatos, apesar de nunca assumir isso a ninguém, eram um tanto o quanto vaidoso para assumir que a perfeição nunca havia sido seu forte, possuía cabelos arrepiados, no qual de tempos em tempos mudava de cor, na época de minhas lembranças eles eram loiros quase branco.
Devido a sua amizade com Carolina, Erick participaria da festa aquela noite também, estava animado, pois além de adorar festas, propôs arrumar o cabelo de algumas senhoras para aquela noite. Eram estranhas suas feições por cabelos, mas nunca ninguém o questionou sobre, levavam em conta que deveria ser mais alguns de seus mistérios.
Faltando pouco tempo para a festa daquele final de ano começar, Erick se despedia da sua ultima cliente, que deixava sua casa satisfeita pelo penteado recebido em seu cabelo. Após alguns minutos contando o dinheiro recebido, ele subiu a sua suíte, e foi se banhar, com todas as mordomias relaxantes que ele costumava fazer para ocasiões especiais.
Após terminar, deitou em sua cama, deixando a preguiça que o rondava o dominar, e fazendo pensar em sua vida, nos últimos acontecimentos, na sua briga com Eduardo por um motivo que ficou claro para os dois, mas oculto para o resto do mundo, suas escolhas e caminhos, tudo o que tornaria sua vida mais complicada a partir dali.
Aqueles longos minutos pensando e decidindo sua vida, o deixou atrasado para a festa que logo começaria.
- Ah droga, já me atrasei.
Ele então levantou de sua cama, pegando sua blusa social rosa novinha junto com sua calça e cinto um bocado brilhantes, mas algo que não chegava a ser chamativo. Rapidamente se vestio. Correu ao banheiro, pegou seu pote de gel, para poder arrepiar os cabelos, na qual tanto idolatrava. Encontrou-se com sua face no espelho, e se encarando começou uma conversa sozinha.
- E que tipo de pessoa sou eu?
O silêncio continuava, deixando apenas que sua própria consciência respondesse.
- Será que esse é o melhor caminho?
Talvez não obtivesse as respostas que desejava, o que o deixava um pouco transtornado. Abaixou a cabeça por alguns segundos e voltou a se encarar.
- De hoje não passa.

Grupo: 06,07,08,09,16,17,18,26,27,36

domingo, 1 de novembro de 2009

1º capitulo - É a Vida!

*Na empresa Zenith, Sala da diretoria;

- Ivanovich, traga-me os relatórios até antes do fim do expediente. Preciso sair cedo para me encontrar com minha esposa. – disse Osvaldo, um velho rabugento multimilionário dono da empresa Zenith e que não deixava a direção nas mãos de terceiros por sua ambição e desconfiança.

- Tudo bem, chefinho. – disse Ivanovich enquanto grampeava alguns relatórios com seu grampeador rosa. E saiu da sala de seu chefe indo para a sua.

*Na empresa Zenith, Sala de Ivanovich;

- Aposto que ela está cavalgando com algum outro cara enquanto você está trabalhando. – Ivanovich pensou alto sobre seu chefe e sua mulher.

-Falou comigo senhor Ivanovich? – perguntou seu secretário meio homossexual que tinha uma quedinha secreta (que todos sabiam menos Ivanovich) por Ivanovich.

-Não, Marcelo, estava pensando alto!-disse Ivanovich rápido e disfarçando em frente a seu secretário.

- Certo, vou pegar um café, o senhor quer? – perguntou Marcelo.

- Não, obrigado, pode ir lá.

E Marcelo saiu, mas não sem antes dar uma boa olhada em Ivanovich analisando-o. Alto e magricela. Usando óculos quadrados e pequenos com um corte de cabelo mais rente, adorava computação e coisas do gênero (era técnico em programação). Mesmo com esse nome não tinha nenhuma descendência eurupéia . Fazia um tipo nerd e era cheio de dinheiro (morava sozinho e ganhava muito bem por ser o assessor direto de Osvaldo). Era bem o seu tipo de homem, mas ainda assim havia um mistério: seria Ivanovich gay? (indícios não faltavam!)

*No motel "Vai com tudo, Não para";

- Paga ai que estou atrasada. – disse Fernanda ao cara (que ela nem mesmo lembrava o nome) que a acompanhava, e saiu da recepção apressada ao estacionamento para entrar em seu Toyota Corolla.

- Que gostosa essa ai eim. Sua namorada? – perguntou o balconista do motel ao acompanhante.

- Nada, só uma garota ai que encontrei. Tava fácil. – e olhou para Fernanda, ruiva alta e bem vestida esperando o elevador para pegar seu carro de ultimo modelo.

E enquanto esperava o elevador Fernanda pensava, “Poderia ser o Ivanovich este a me acompanhar hoje aqui e sempre e não o trataria deste modo”. Refletia enquanto pensava em sua paixão secreta por Ivanovich, mas ainda assim havia um mistério: seria Ivanovich gay? (indícios existiam!) e tinha aquele velho rabugento que não morria, seu marido que ela traia sempre que tinha oportunidades.

Pedro H. Can. Nº29

Novela de sic

Era uma noite quente, em que podia sentir o vento fresco que paira os ares quando o sol abaixa-se e a lua vem tomar o seu lugar. As estrelas iluminadas brilhavam o céu escuro fazendo com que as pessoas admirassem o seu esplendor.
Essa noite não era como as outras, era a ultima noite, a mais esperada noite do ano. A noite que ao se despedir traria consigo algo novo, um ano novo. As pessoas das casas ao redor ansiosamente se preparavam para receber com festa os novos dias. Uma delas era Felipe, que tivera preparado uma festa para comemorar com seus amigos e vizinhos.
Um dos convidados de Felipe era uma mulher de feição agradável, olhos sedutores da cor do mel que escorria pelos seus lábios. Era uma mulher que ganhava a vida fácil, mas mantinha o bom convívio social sabia se por nos mais altos níveis e sua beleza era deslumbrante, chamavam-na de Carolina. Era esperta, bem articulada, e sabia o momento certo de atacar e demonstrar suas armas. Era a mulher mais desejada da região sua roupa a mais elegante, e o jeito de andar era o golpe final.
Lá estava ela se preparando para festa, sentada em frente ao espelho penteava os cabelos de modo que os fios loiros ficassem levemente ondulados dando uma impressão de mulher fatal, de repente o vento fresco que soprava da janela deixou-a arrepiada.
- Ui que friozinho. Disse Carol com um tom levemente sedutor.
Ao pronunciar essas palavras Carol se dirigiu a cama, tirou o roupão que a vestia deixando- o cair sobre os pés ainda molhados do banho, com a janela ainda aberta colocou seu vestido vermelho de seda que caia como asas em seu corpo.
- Ah que bela noite, um dia novo, uma festa nova, uma oportunidade inesquecível.
Carol ia colocando levemente em seus pés uma sandália de púrpura que havia ganhado de um de seus muitos amores, ao acabar levanta-se, aproxima seu rosto do espelho repara nos lábios carnudos e passa seu batom deixando-os ainda mais provocantes.
- Perfeito! - diz ela admirando sua própria imagem reluzida no espelho.
Apaixonada por espelhos, não poderia passar por algum sem antes olhar seu próprio reflexo.
Trriim Triiim. O telefone toca
- Oh quem será uma hora dessas?
- Alô ?!
- Olá Carol, sou eu. Posso passar ai para levar-te a festa?
- É claro, te espero aqui.
- Então até mais tarde, tchau
- Tchau. Disse Carol desligando o telefone.





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