sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Capitulo 6 - "É a Vida!"

Isaac apresentou-se quando sua amada entrou em seu carro. A resposta veio em uma voz angelical: Cintia. Este era o nome daquela linda e doce garota. Cintia usava uma blusa extremamente decotada de cor branca, a qual deixava o sutiã aparecendo (era vermelho), uma mini saia extremamente curta e uma tatuagem em formato de clave de sol se mostrava em sua nuca. Ele não perdeu nenhum detalhe de sua musa. Ia dirigindo e a olhando. Era a mais linda das mulheres.

Sua casa ficava a uns quinze minutos dali. Logo chegaram e antes de descer Cintia disse: Está é sua casa? Não gosto muito de ir para a casa de... Bem... Meus clientes.

- Tudo bem, já sei o que você quer. – disse com um sorriso amoroso.

Isaac não compreendeu muito bem o sentido da palavra cliente, mas entendeu o que ela queria dizer sobre sua casa e com isso resolveu levá-la a um restaurante.

Na porta do restaurante caro que ele escolhera (tinha algum dinheiro para gastar com ela, afinal tinha sua poupança e esta era a sua namorada.)

- O que é isso? Um restaurante? – perguntou Cintia já se irritando.

- Claro, você quer um encontro antes de qualquer coisa não? – lhe perguntou Isaac surpreso com a reação de Cintia.

- Não, faço meus serviços e dou o fora com minha grana. Ta achando que sou sua namorada!?

- E não é? Pensei que você me amasse!

“Meu deus! Escolhi um psicopata para meu programa!”, e começou a analisar a sua situação.

Aquele cara a seguira dês daquela pensão imunda até a sua casa, ou seja, ele já sabia onde ela morava. Nada bom. Ele achava que eram namorados pelo fato dela ter entrado no carro dele. Pior ainda. Tinha que dar um jeito nas coisas.

- Olha cara, é simples. Não sou sua namorada. Só entrei no seu carro por que sou puta, e preciso ganhar meu dinheiro. E agora nem me pagando deito com você, seu louco. Não me procure mais. – e saiu andando sem dar chances a réplicas.

Capitulo 7- "É a vida!"

Após a chegada de Osvaldo na empresa Fernanda sai brava sem falar nada para Osvaldo,ela pega o elevador e vai até o estacionamento,entra em seu carro e sai dirigindo rapidamente pelas ruas da cidade como se ela estivesse fora de si.A mente dela borbulha ideias confusas ela não entende Ivanovich e nem sua reação que deixou a desejar por que ele agiu daquela forma?logo sua auto estima foi baixando e ainda mais ela não se sentia realizada pela vida que estava levando, casada com um homem que ela não amava.Fernanda dirige assustadoramente pelas ruas, desvia de carros ,derruba motoqueiros e prossegue sem pensar até parar no farol onde toma um fôlego e começa a se acalmar mas o momento de paz dura pouco ao olhar no retrovisor ela percebe que há um carro conhecido chegando próximo ao dela:O carro do Osvaldo que parece também enfurecido, os dois carros causam um caos na cidade. arranham outros carros e amassam os deles até Fernanda resolver tomar um caminho para casa e despistar Osvaldo.Fernanda para o carro na frente de sua casa deixa o carro aberto pega só sua bolsa abre a porta da casa,atira sua bolsa contra a parede para tirar sua raiva ,tira os sapatos,abre a geladeira,pega um vinho velho e vai até a sala onde senta no sofá totalmente confusa e brava toda descabelada olhando para baixo preucupada se Osvaldo tentaria a sorte de encontra-la em casa.Depois de 15 minutos lá está Osvaldo, na porta com raiva nervoso (será que ele descobriu o beijo??) ele entra na casa apressadamente e já começa gritar com Fernanda que sem dó a joga a taça de vinho contra seu marido,a pancadaria começa.

6º Capítulo- "A noite de ano novo"

Dirigir era um saco!
Esse era claramente o pensamento de Erick, que podia ser percebido através do gesto brusco com o dedo que ele fazia colocando a mão para fora da janela, enquanto lutava contra o tráfego da véspera de ano novo indo pegar Carolina. Porém, não se importava de fazer um caminho maior e pegar a amiga, até porque, isso demonstrava suas vantagens.
Ele gostava de um elogio, e ela sentia por ele o que os jovens de hoje chamam de “pagar um pau”, o que não passa do nosso antigo “te curtir”. Graças a isso, ninguém o elogiava como Carolina.
Não se decepcionou.
A moça pulou no carro assim que este parou e já logo deu um grito histérico, de surpresa, que acabou surpreendendo quem passava por ali e via Carolina, de feições delicadas porém firmes, perder as estribeiras.
-Meu Deus, você está lindo Erick!
-Gostou mesmo? Fiz meu próprio cabelo.
-Você é o melhor! –dizia a moça enquanto beijava a bochecha do rapaz com um estalo forte.
Ela tinha que admitir que chegar com Erick seria um presente dos deuses. Ele era exatamente o tipo de pessoa confiante que você quer ter do lado em uma festa. Não fazia um gesto que não fosse pensado, não erguia o dedo para menos do que um gesto de cavalheirismo extremo e, o principal, com ele ela se sentia bem consigo mesma. Talvez só com ele no mundo inteiro.

Felipe desceu as escadas com um jeito imponente, mostrando-se uma pessoa extremamente ambiciosa e calculista. Aparentava já ter estudado aquela entrada muitas vezes com medo de deixar um único detalhe escapar.
Nenhum detalhe escapou.
Isabel foi avistada, deslumbrante, e seguindo o olhar para a direita, em um outro grupo de pessoas estava Ricardo. A troca de olhares entre os dois não passou de um momento, momento o qual teve o desprazer de estar entre esses olhares e presenciar a inveja e o respeito que era mútuo naquele olhar.

Erick parou o carro, e o casal desceu do carro deslizando pelo chão como se os dois flutuassem. Ninguém diria que Carolina fazia o que fazia para ganhar a vida, não com aquele jeito. Jeito o qual que garantia que qualquer outra mulher, como por exemplo, Isabel, olhasse para ela com ares de igualdade.
Uma meretriz poderia ser desprezada em certos contextos.
Carolina não.




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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

5° Capítulo - " A noite de Ano Novo "

É noite de ano novo. As pessoas estão por aí, comemorando com seus amigos e familiares; fazendo promessas e simpatias para o novo ano, todas, almejando coisas novas, vida nova. O vento soprava levemente, o que tornava a noite ainda mais agradável, perfeita pra uma festa, perfeita pra um recomeço.
Em seu quarto, Felipe termina de se aprontar, passa a mão por seu cabelo preto e encara seus olhos claros, imaginando como será aquela noite. Na verdade, Felipe nunca gostou muito de festas, mas essa era a grande oportunidade de rever seus colegas, era uma grande oportunidade de conquistar o que sempre quis.
Faltava pouco para a grande festa, logo os convidados chegariam, mas algo deixava Felipe angustiado. Abriu a gaveta de sua escrivaninha e lá estava algo que lhe trazia boas e más lembranças. Era um álbum de fotos, fotos de sua adolescência. Abriu o álbum onde a primeira foto era de seus colegas de classe. Logo depois havia uma foto com menos pessoas, aqueles deviam ser seus colegas mais íntimos. Era uma foto bonita, todos pareciam muito animados.
Mas uma foto o fez parar, ficou olhando para a foto, como se a analisasse; Felipe estava muito bonito, e ao seu lado estava Eduardo, que foi seu grande amigo. Os dois tinham muito em comum, até mesmo o interesse por Isabel. Esta que sempre foi muito ambiciosa e não escondia seu interesse pelos dois.
Felipe era muito bonito, enquanto Eduardo vinha de uma família muito rica. Por um bom tempo os dois conviveram com isso normalmente, afinal, era só uma garota e Eduardo tinha interesses em outra pessoa. Porém, seus sentimentos não eram correspondidos, então Eduardo começou a namorar Isabel e assim, as coisas tomaram outro rumo. Felipe ficou furioso quando soube do namoro e partiu pra cima de Eduardo; a partir daí muita coisa mudou. Eles nunca mais se falaram, mas Felipe ainda mantinha contato com Isabel, principalmente quando a situação financeira dele começou a melhorar. Por muitas vezes Eduardo e Felipe se encontravam em comemorações de amigos, mas socialmente sempre mantinham classe. Sendo assim, não havia alternativa a não ser convidar Eduardo para sua festa, pois Isabel não viria sozinha.
O barulho dos fogos fez Felipe despertar, mas agora estava mais pensativo que nunca. “Ela sempre se interessou pelo dinheiro dele. Talvez as coisas possam ser diferentes agora.” – pensou Felipe.
“Ela já não precisa dele. Acho que devo fazer isso, só preciso ser discreto”.
Alguém bate na porta
“Senhor, os convidados estão chegando”- disse o empregado.
“Já vou descer, obrigado”
Felipe foi guardar o álbum, mas antes deu uma boa olhada para sua foto com Eduardo.
“É isso mesmo, está decidido”



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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

5° Capítulo - "É a Vida"

*No escritório de Ivanovich

Aquele beijo parecia um beijo comum se não fosse escondido pela relação amorosa entre a Fernanda. Ela realmente gostava de Ivanovich e desejava a morte de Osvaldo, já que Ivanovich poderia ficar com o dinheiro da Zenith e assim Fernanda poderia ficar tranqüila para ficar com o seu amor, mas havia dois contratempos. Primeiro, o Osvaldo citado e o segundo era: seria Ivanovich gay?Porque senão fosse, por que ele não agarrou Fernanda naquele momento?”Às vezes ele é lerdo demais” pensou Fernanda.

Ivanovich também sentiu algo diferente com aquele beijo mas ele não sabia o que fazer. Ficou tímido e tentou conversar com Fernanda quando foi interrompido.

-Posso saber o problema pra essa merda de relatório?-gritou Osvaldo com stress que acabara de chegar do shopping e não encontrara Fernanda – Aquela vaca não estava na bosta do sh...

E parara quando vira a própria Fernanda na sala do Ivanovich, ela levantara após ouvir Osvaldo e foi embora da Zenith com raiva.

-Amanhã eu falo com você. Ah e traga o relatório! – disse o chefe para Ivanovich que não sabia o que sentia.

* Na porta da casa de Cintia

Isaac esperava Cintia na porta da casa. Cada hora ficava mais tarde e ela não saía, mas ele estava determinado a ver a garota que ele se apaixonara.

Quando deram onze horas da noite, Cintia saira de casa semi nua e com uma cara triste de ter que trabalhar mais uma vez, quando se deparou com aquele Gurgel que virá de manhã e o mesmo cara estranho.

No começo Cintia ficou com medo, mas pensou que ele apenas se interessara por ela e agora vendo, ele deveria sacar que ela trabalhava como prostituta e chegara a ficar encabulada pela profissão. Já Isaac era tão ingênuo que não se impressionara e Cintia gostando da reação dele decidiu trabalhar de graça para ele naquele dia.

Fora até o carro de Isaac e abrira a porta. Isaac ficou incomodado quando a garota sentou no carro dele e ela disse para ele leva-lá até um quarto bom . Isaac não entendera, mas mesmo assim ele a levou para a casa dele.

Fungos e alimentação

Os fungos podem ser utilizados na alimentação de diversas formas, como:
Cogumelos, queijos, pães e massas, bebidas alcoólicas, produtos orientais.

Cogumelos
Os cogumelos são corpos de frutificação, sendo esta, a forma de reprodução sexuada destes organismos. São alimentos muito nutritivos, com quantidade de proteínas quase equivalente a da carne, ricos em vitaminas e carboidratos, e com baixo teor de gordura
Trufas: grupo de cogumelos comestíveis da família Tuberaceae que são subterrâneos. O corpo frutificado das trufas são altamente valorizados como alimento.

Queijos
Apenas uma parcela deles é processado por fungos. Tais queijos são divididos em duas categorias: os do tipo Camembert e os do tipo Roquefort azul.
Os queijos Camembert são processados por Penicillium camembertii e o Penicillium caseiolum.
Os queijos Roquefort azuis são produzidos através da ação fermentativa do Penicillium roquefortii.

Pães e massas
Os levedos Saccharomyces cerevisiae são os fungos utilizados na fabricação de pães, na forma de fermento biológico. Cada tablete de fermento contém milhões de levedos. Ao serem misturados à massa, os levedos utilizam os açúcares presentes nela para produzir energia e nesse processo liberam gás carbônico, ocasionando a fermentação, e fazendo a massa crescer.

Bebidas alcoólicas
Fungos do gênero Saccharomyces participam na fabricação de bebidas alcoólicas por realizarem fermentação alcoólica, convertendo açúcar em álcool etílico. Esses fungos (leveduras), são anaeróbicos facultativos, já que realizam respiração aeróbica em presença de gás oxigênio e fermentação na ausência desse gás. Por isso, na fabricação do vinho, por exemplo, evita-se o contato do suco de uva com o ar; assim, em vez de realizar a respiração aeróbica, o fungo processa a fermentação alcoólica, liberando álcool etílico e permitindo a obtenção do vinho. Outros exemplos de bebidas fermentadas são: o uísque e a cerveja.

Produtos orientais
O shoyu é um molho produzido a partir da fermentação de grãos de soja com a participação do fungo Aspergillus oryzae.
O missô é uma pasta fina produzida com grãos de soja apenas ou com grãos de arroz ou cevada acrescido. Os fungos aplicados na produção do misô são Saccharomyces rouxii e Aspergillus oryzae.

IV Capítulo - É a vida

Na empresa Zenith, Osvaldo estava como sempre preocupado com suas datas, reuniões, e trabalhando sem parar, com o intuito de manter tudo em ordem sempre, há anos não tirava umas boas férias para descansar, vivia irritado, estressado e brigando com todos a sua volta. A única pessoa capaz de acalmá-lo era sua esposa, e esta o fazia como ninguém. Ivanovich algumas vezes, por ter mais intimidade com o patrão, devido ao tempo de empresa e ao seu bom cargo, convidava-o para sair e se distrair as sextas após o expediente, porém Osvaldo nunca aceitara, pelo contrário, as sextas, assim como nos demais dias da semana e do ano, era o primeiro a chegar e o último a sair da empresa. Só desviava a atenção para sua mulher, afinal Fernanda era muito atraente e sabia conquistá-lo.

A essa altura do campeonato, já havia se esquecido que tinha de encontrar-se com a esposa no shopping, mesmo depois de inúmeros avisos da secretária, ele sempre esquecia! A mulher já havia até se acostumado com a situação e quando não tinha o que fazer, ia ao encontro do marido para deixá-lo com remorso por seu relapso e esquecido, em troca ganhava caros presentes para perdoar o marido.

Como depois de sair do motel, Fernanda não tinha mesmo o que fazer, foi até a empresa do marido, mas hoje com um querer a mais, não era apenas presentes como pedidos de desculpas que ela desejava, daquela vez o que queria mesmo era encontrar Ivanovich, pois havia pensado nele os últimos dias.

Quando chegou a empresa, foi recepcionada por todos os puxa-sacos, babões que estavam na recepção e no hall de entrada, adentro para os as salas e sendo a de Ivanovich a terceira e a de Osvaldo somente a última, tendo assim ao menos 10 salas que separa o amado do marido não pensou duas vezes e abriu a porta sem ao menos bater, a reação de Ivanovich não foi muito entusiasmante por este estar super concentrado e achar ser a secretária, ou copeira para entregar-lhe alguma coisa. Fernanda ao perceber isso o chamou e este com os olhos tão brilhantes que a fez crer que seus pensamentos vinham sendo correspondidos.

Ivanovich ficou meio bobo, sem saber o que dizer, ofereceu água, café, pediu que sentasse, Fernanda riu-se e disse que apenas queria cumprimentá-lo e saber se estava tudo em ordem, ele então respondeu afirmativamente e ela foi ao seu encontro, o coração de Ivanovich disparou, Fernanda usava um decote vermelho, e ele estava cada vez mais envolvido por aquela mulher, ela então pôs a mão em seu rosto e beijo-lhe demoradamente na bochecha.